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	<title>Aula Aberta &#124; Comunicação Digital &#124; Unisinos</title>
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	<description>Projeto discute autores influentes na Comunicação Digital</description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 16:47:33 +0000</pubDate>
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		<title>Aula Aberta 2008 - sites dos alunos</title>
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		<comments>http://aulaaberta.comdigital.info/aula-aberta-2008-sites-dos-alunos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 16:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O alunos da turma 2008 do curso de Comunicação Digital receberam o desafio de produzir um hotsite sobre a mais recente edição do projeto Aula Aberta. Neste ano, o autor foi Steven Johnson, com a discussão do conceito de Emergência.
Confira como ficaram os trabalhos:

Aline Domingos
Bárbara Dapper
Bruna Rodrigues

Caroline Baldasso
Clarice Copstein
Daniel Bohn
Diógines Goldoni
Gabriela Steigleder
Gisele Hammerschmitt 
Jully Rodrigues
Marianne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O alunos da turma 2008 do curso de Comunicação Digital receberam o desafio de produzir um hotsite sobre a mais recente edição do projeto Aula Aberta. Neste ano, o autor foi Steven Johnson, com a discussão do conceito de Emergência.</p>
<p>Confira como ficaram os trabalhos:</p>
<ul>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/aline/" target="_blank"><strong>Aline Domingos</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/barbara/" target="_blank"><strong>Bárbara Dapper</strong></a></li>
<li><strong><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/bruna/" target="_blank">Bruna Rodrigues</a><br />
</strong></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/caroline/" target="_blank"><strong>Caroline Baldasso</strong></a></li>
<li><strong>Clarice Copstein</strong></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/daniel/" target="_blank"><strong>Daniel Bohn</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/diogines/" target="_blank"><strong>Diógines Goldoni</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/gabriela/" target="_blank"><strong>Gabriela Steigleder</strong></a></li>
<li><strong><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/gisele/" target="_blank">Gisele Hammerschmitt</a> </strong></li>
<li><strong>Jully Rodrigues</strong></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/marianne/" target="_blank"><strong>Marianne Peçanha</strong></a></li>
<li><a href="http://www.plasma-studio.com/aulaaberta/" target="_blank"><strong>Rafael Eltz</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/tomaz/" target="_blank"><strong>Tomaz Marino</strong></a></li>
</ul>
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		<title>Cobertura do Aula Aberta sobre Steven Johnson</title>
		<link>http://aulaaberta.comdigital.info/cobertura-aovivo-aulaaberta-stevenjohnson/</link>
		<comments>http://aulaaberta.comdigital.info/cobertura-aovivo-aulaaberta-stevenjohnson/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 13:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como foi o liveblogging da edição 2008 do projeto Aula Aberta. Neste ano, o curso de Comunicação Digital discutiu o conceito de Emergência, de Steven Johnson. 
Áudio, vídeo, texto e fotos, direto da sala Conecta, da Unisinos!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja como foi o liveblogging da edição 2008 do projeto Aula Aberta. Neste ano, o curso de Comunicação Digital discutiu o conceito de Emergência, de Steven Johnson. </p>
<p>Áudio, vídeo, texto e fotos, direto da sala Conecta, da Unisinos!</p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=b264f3d292/height=385/width=365" scrolling="no" height="385px" width="365px" frameBorder ="0" ></iframe></p>
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		<title>Emergência, de Steven Johnson</title>
		<link>http://aulaaberta.comdigital.info/emergencia-de-steven-johnson/</link>
		<comments>http://aulaaberta.comdigital.info/emergencia-de-steven-johnson/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 13:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Resenha produzida pelo professor Celso Cândido, publicada originalmente na revista Filosofia Unisinos, vol. 7 no. 2 (maio/ago) 2006.
JOHNSON, Steven. 2003. Emergência - a vida integrada de formigas, cérebros, cidades e softwares. Tradução: Maria Carmelita Pádua Dias, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 231 p.
Steven Johnson, graduado em Semiótica e em Literatura Inglesa, é um jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Resenha produzida pelo professor Celso Cândido, publicada originalmente na revista Filosofia Unisinos, vol. 7 no. 2 (maio/ago) 2006.</em></p>
<p>JOHNSON, Steven. 2003. <em>Emergência - a vida integrada de formigas, cérebros, cidades e softwares</em>. Tradução: Maria Carmelita Pádua Dias, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 231 p.</p>
<p>Steven Johnson, graduado em Semiótica e em Literatura Inglesa, é um jovem autor americano nascido no histórico ano de 1968. É autor dos livros: <em>Interface culture: How New Technology Transforms the Way We Create and Communicate; Mind Wide Open: Your Brain and the Neuroscience of Everyday Life </em>(apenas este ainda sem tradução no mercado brasileiro); <em>Everything Bad is Good for You</em>, além de <em>Emergence: The Connected Lives of Ants, Brains, Cities and Software </em>traduzido e publicado no Brasil como <em>Emergência: a Vida Integrada de Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares</em>.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Emergência </em>é um livro que surpreende não apenas pela relevância de seus conteúdos e seu alto padrão estético literário, mas também pela sua densidade conceitual.</p>
<p align="center">1</p>
<div id="attachment_184" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/fungo.png"><img class="size-medium wp-image-184" style="margin: 2px 5px;" title="Dictyostelium discoideum" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/fungo-300x212.png" alt="" width="180" height="127" /></a><p class="wp-caption-text">Dictyostelium discoideum</p></div>
<p>Tudo começa com o incrível <em>Dictyostelium discoideum</em>, &#8220;organismo semelhante a uma ameba&#8221;. Pesquisadores na área de matemática aplicada se empenharam em um conjunto de estudos acerca do comportamento desse estranho organismo. Essas pesquisas, segundo Johnson, contribuiriam para &#8220;transformar a nossa compreensão não apenas da evolução biológica, mas também de mundos tão diversos como a ciência do cérebro, o design de software e os estudos urbanos&#8221;. (p. 10)</p>
<p>O <em>discoideum </em>tem uma vida dupla e paradoxal. Ora ele é um, ora ele é muitos. Tudo dependendo das condições ambientais favoráveis ou desfavoráveis que se lhe apresentem. &#8220;Quando o ambiente é mais hostil, o <em>discoideum </em>age como um organismo único; quando o clima refresca e existe uma oferta maior de alimento, ‘ele&#8217; se transforma em ‘eles&#8217;. O <em>discoideum </em>oscila entre ser uma criatura única e uma multidão&#8221;. (p. 10)</p>
<p>Trata-se de um caso bastante curioso de &#8220;comportamento de grupo coordenado&#8221;. Mas como explicar este &#8220;misterioso comportamento&#8221;?</p>
<p>Naturalmente, estamos acostumados a pensar em termos <em>top-down</em>, em termos de líderes. Assim, a resposta predominante foi, durante longo tempo, a de que células líderes liberariam ondas de acrasina, a fim de fazerem as outras células se agregarem.</p>
<p>Mas, segundo Steven Johnson, o encontro de Keller com o trabalho de Turing abriu uma nova perspectiva. Turing construíra &#8220;um modelo matemático em que agentes simples seguindo regras simples eram capazes de gerar estruturas surpreendentemente complexas&#8221;. (p. 12) O <em>discoideum </em>talvez representasse um tipo de comportamento emergente, independentemente da iniciativa de qualquer &#8220;célula líder&#8221;.</p>
<p>A hipótese da célula líder, entretanto, reinou até o momento em &#8220;que uma série de experimentos comprovasse que as células do <em>Dictyostelium discoideum </em>se organizavam de baixo para cima&#8221;. (p. 13) Sem dúvida, é surpreendente perceber como temos dificuldade de pensar &#8220;em termos de fenômeno coletivo&#8221;. Trata-se aqui, na verdade, de um comportamento tipo <em>bottom-up. </em></p>
<p>A emergência é precisamente o &#8220;movimento das regras de nível baixo para a sofisticação do nível mais alto&#8221;. (p. 14) As formas de emergência apresentadas no livro são, então, aquelas que têm a qualidade de se tornarem mais inteligentes, mais adaptáveis e mutantes ao longo do tempo.</p>
<p>De acordo com Johnson, a atual fase da teoria e da pesquisa sobre a emergência é a mais revolucionária de todas. Pois, passadas a primeira fase, a da curiosidade para entender o fenômeno da auto-organização, e a segunda, na qual a questão da auto-organização tornou-se um objeto de estudo em si mesmo, atualmente nós estamos deixando de interpretar o &#8220;fenômeno da emergência&#8221; para começar a criá-lo. &#8220;Até o momento os filósofos da emergência lutaram para interpretar o mundo, mas agora estão começando a modificá-lo&#8221;. (p. 16)</p>
<p>O que a emergência tem a nos ensinar sobre o modo como surgem, organizam-se e evoluem as cidades, os cérebros, as corporações, os formigueiros, os softwares?</p>
<p align="center">2</p>
<div id="attachment_185" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/formigas.png"><img class="size-medium wp-image-185" title="formigas" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/formigas-300x225.png" alt="Colônia de formigas" width="180" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Colônia de formigas</p></div>
<p>Apoiando-se nos trabalhos de pesquisa de Deborah Gordon sobre sistemas complexos autocoordenados, Johnson vai apresentar o modo específico com que as colônias de formigas se auto-organizam, ou seja, o modo como constituem seu comportamento emergente coordenado. Aí, o primeiro mito a ser colocado em questão é o da &#8220;formiga-rainha&#8221;.</p>
<p>Na verdade, a formiga-rainha não tem um papel de autoridade como se costuma pensar. Ela não comanda as ações das operárias, ao contrário, as &#8220;colônias estudadas por Gordon mostram um dos mais impressionantes comportamentos descentralizados da natureza: inteligência, personalidade e aprendizado emergem de baixo para cima, bottom-up&#8221;. (p. 23) E sem líder, ou líderes, as formigas, através de relações colaterais e de <em>feedback </em>intenso constroem e organizam &#8220;por si mesmas&#8221; todo o trabalho do formigueiro, dando forma a um complexo sistema ordenado, com seus aposentos, suas conexões, seu &#8220;cemitério&#8221; e seu &#8220;lixão&#8221;.</p>
<p>O <em>comportamento emergente</em>, diz Johnson, é uma mistura de &#8220;ordem e anarquia&#8221;.</p>
<p>Gordon queria entender a &#8220;conexão entre micro e macroorganização&#8221; em um sistema capaz de se autocoordenar sem que os indivíduos tivessem &#8220;acesso à situação global&#8221;. Sem que nenhuma das formigas seja a responsável pela &#8220;operação global&#8221;, elas conseguem um alto grau de coordenação. São &#8220;comportamentos emergentes&#8221; onde as interações são colaterais e onde se presta atenção nos &#8220;seus vizinhos mais próximos&#8221; ao invés de ficar &#8220;esperando por ordens superiores&#8221;. As formigas agem <em>localmente</em>, mas a &#8220;ação coletiva produz comportamento global&#8221;. (p. 54)</p>
<p>Assim, entre as principais regras de um sistema bottom-up, encontramos a incessante tarefa de <em>prestar atenção nos vizinhos</em>.</p>
<p align="center">3</p>
<div id="attachment_186" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/simcity.png"><img class="size-medium wp-image-186" title="Simcity" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/simcity-300x225.png" alt="A cidade simulada de SimCity" width="180" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade simulada de SimCity</p></div>
<p>A cidade, como o formigueiro, é também um fenômeno emergente. E tem, no seu interior, seus próprios sistemas emergentes; os das calçadas, das vizinhanças, das praças, dos <em>shoppings</em>, nos quais interagem de modo informal e improvisadamente os cidadãos que nela habitam. A ordem e a vitalidade das cidades se definem também e em grande parte nesta forma social emergente.</p>
<p>É o mundo das interconexões locais &#8220;conduzindo à ordem global; componentes especializados criando uma inteligência não especializada; comunidades de indivíduos solucionando problemas sem que nenhum deles saiba disto&#8221;. (p. 69) A cidade é o conjunto das múltiplas interações locais que se misturam e formam a totalidade da vida urbana, apesar de ou ao lado com todos os planejamentos centralizados de tipo top-down.</p>
<p>A cidade como um &#8220;sistema emergente&#8221; é um &#8220;padrão no tempo&#8221;. &#8220;A cristalização de um fenômeno bottom-up que se mantém no tempo&#8221; é uma das principais &#8220;leis da emergência&#8221;. Outra não menos importante é que um sistema emergente é capaz de aprender, quer dizer, ele vai ficando mais inteligente com o tempo. A cidade, portanto, se torna, segundo Johnson, &#8220;mais esperta, mais útil para seus habitantes. E aqui, outra vez, a coisa mais extraordinária é que esse aprendizado emerge sem que ninguém tenha conhecimento dele&#8221;. (p. 79)</p>
<p align="center">4</p>
<p>A World Wide Web é, tipicamente, um fenômeno emergente. Mas estará a Web realmente aprendendo, ficando mais inteligente, assim como as cidades e os formigueiros ficam?</p>
<p>A Web é um típico sistema emergente, no qual o processo de feedback, ou seja, o das &#8220;conexões de duas vias&#8221; fomenta &#8220;a aprendizagem de nível mais alto&#8221;.</p>
<p>O feedback intenso entre as formigas é o que torna possível o funcionamento inteligente do sistema. É o feedback que permite que o comportamento complexo ocupe o lugar do caos sem sentido. É ele que vai determinar a evolução do sistema para um nível superior de organização.</p>
<p>A possibilidade de um círculo de feedback ocorrer &#8220;está diretamente relacionada à interconexão geral do sistema&#8221;. (p. 99)</p>
<p>Na indústria do software, os modelos bottom-up, de que os sistemas <em>open source </em>são o melhor exemplo de criatividade coletiva emergente, tornaram-se uma realidade somente depois de décadas de seu nascimento.</p>
<p>Sem dúvida, os sistemas emergentes não existem sem regras. Mas assim como os jogos e os instrumentos musicais, o conjunto de regras básicas relativamente simples pode evoluir para formas novas, mais complexas e imprevisíveis. Desse conjunto de regras abre-se um universo infinito de possibilidades.</p>
<p>A Web é um sistema aberto a infinitas possibilidades. Sem dúvida, ela também está se tornando mais inteligente. Assim, pondera Johnson, não estariam os cérebros individuais se conectando uns aos através da Web e formando &#8220;algo maior do que a soma de suas partes - o que o famoso filósofo/padre Teilhard de Chardin chamou de noosfera?&#8221; (p. 85)</p>
<p align="center">5</p>
<p>De acordo com Johnson, nossa vida cognitiva é também um fenômeno emergente. Os seres humanos são tipos extraordinariamente comunicativos. Eles são &#8220;leitores de mente inatos&#8221;. Ou seja, os humanos são seres capazes de &#8220;imaginar os estados mentais das pessoas&#8221;, pois sem esta <em>faculdade </em>eles não poderiam estabelecer o elo comunicativo. Do mesmo modo, nossa autoconsciência não teria sentido se não nos colocássemos diante das outras mentes.</p>
<p>A faculdade de ler as outras mentes e a autoconsciência que lhe é correspondente &#8220;é claramente uma propriedade emergente das redes neurais do cérebro. (&#8230;) essas faculdades são os exemplos primordiais da emergência em atividade. Você não seria capaz de ler essas palavras ou especular sobre os trabalhos internos de sua mente, não fosse pela proteiforme força da emergência&#8221;. (p. 153)</p>
<p>É neste sentido que o futuro do software emergente consistirá em reconhecer nossos hábitos e gostos. Ele deverá ser capaz de antecipar &#8220;nossas necessidades&#8221; e será capaz de se adaptar mesmo a &#8220;nossas mudanças de humor&#8221;. Ele deverá ser sensível às singularidades, idiossincrasias e potencialidades. &#8220;Interagir com um software emergente já se parece mais com cultivar um jardim do que dirigir um carro ou ler um livro&#8221;. (p. 154)</p>
<p align="center">6</p>
<p>Por fim, a &#8220;emergência aplicada&#8221; está transformando nossa relação objetiva e subjetiva com a mídia e nossas tradicionais noções de mundo público e privado.</p>
<p>Assim, por exemplo, a tremenda onda da convergência está transformando indubitavelmente a &#8220;paisagem da mídia&#8221;. Não é difícil imaginar os efeitos deste grande poder comunicativo emergente: a navegação livre sobre todos os bens culturais de áudio, texto e vídeo, armazenados em um imenso disco contendo todos os discos rígidos existentes, como anuncia por exemplo, os sistemas de computação compartilhada <em>peer-to-peer</em>.</p>
<p>Mas, poderiam os princípios da emergência ser utilizados nas organizações e instituições? São as corporações capazes de conviverem com estruturas de tipo bottom-up, sem os tradicionais comandos centrais?</p>
<p>Não há dúvidas de que os sistemas emergentes podem ser extremamente inovadores e criativos, e têm naturalmente mais capacidade para se adaptaram às novas situações do que os padrões de organização mais rigidamente hierárquicos. O novo papel da alta administração seria precisamente o de motivar os grupos e os indivíduos na organização para a geração das idéias. Os processos, a evolução e visão do futuro devem emergir de múltiplas correlações bottom-up. Para Johnson, os administradores de alta escala terão evidentemente seu lugar, mesmo nas organizações de poder mais distribuído, mas não terão mais o papel de líderes. O que importa é como extrair o máximo da inteligência coletiva existente na instituição.</p>
<p align="center">7</p>
<p>Seja na escala das cidades, das colônias de formigas, da Web, das organizações, das telecomunicações ou das mentes humanas &#8220;nossas vidas englobam os poderes da emergência.&#8221; Sem dúvida, não é nada fácil pensar em termos de sistemas emergentes sem mecanismos de controle. <em>O modelo mental tipo top-down é ainda predominante. </em>Porém, diz Johnson, quando se trata de um sistema emergente é preciso desistir de tentar controlar. É preciso &#8220;deixar o sistema governar a si mesmo tanto quanto possível, deixá-lo aprender a partir de passos básicos&#8221;. (p. 174)</p>
<p>Qual será o futuro e o poder real dos processos e sistemas bottom-up? Serão eles mais poderosos e criativos que os sistemas top-down desencadeados pela sociedade industrial? Será a <em>Emergência </em>o modo a partir do qual os grupos sociais, as instituições e os indivíduos entenderão a si mesmos e autoconstituirão as formas de suas sociabilidades, institucionalidades e subjetividades?</p>
<p>_______________________</p>
<p>* Celso Candido. 45. Professor de Filosofia, Coordenador do Curso de Filosofia da UNISINOS. E-mail: <span style="text-decoration: underline;">ccandido@unisinos.br </span>Internet: <span style="text-decoration: underline;">caosmose.net/candido</span></p>
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		<title>A Obra de Steven Johnson</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 03:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Steven Johnson é um dos maiores pensadores da comunicação atualmente. Suas diversas obras demonstram isso perfeitamente.
Conheça algumas delas:

A Cultura da Interface
Emergência
De Cabeça Aberta
Tudo o que é Mau Faz Bem
O Mapa Fantasma
Surpreendente!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-122 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="stevenjohnson" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/stevenjohnson.jpg" alt="" width="170" height="170" align="right" />Steven Johnson é um dos maiores pensadores da comunicação atualmente. Suas diversas obras demonstram isso perfeitamente.</p>
<p>Conheça algumas delas:</p>
<ul>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/a-cultura-da-interface-como-novas-tecnologias-transformam-a-nossa-forma-de-criar-e-comunicar-1997"><strong>A Cultura da Interface</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/emergencia-as-vidas-conectadas-de-formigas-cerebros-cidades-e-softwares-2001/"><strong>Emergência</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/de-cabeca-aberta-seu-cerebro-e-as-neurociencias-da-vida-cotidiana-2004/"><strong>De Cabeça Aberta</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/tudo-o-que-e-mau-faz-bem-como-a-cultura-popular-de-hoje-e-realmente-tornar-nos-mais-inteligentes-2005/" target="_blank"><strong>Tudo o que é Mau Faz Bem</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/o-mapa-fantasma-a-historia-da-mais-terrivel-epidemia-de-londres-%E2%80%93-e-como-isso-mudou-a-ciencia-as-cidades-e-o-mundo-moderno-2006/"><strong>O Mapa Fantasma</strong></a></li>
<li><a href="http://aulaaberta.comdigital.info/surpreendente-a-televisao-e-o-videogame-nos-tornam-mais-inteligentes-2005/"><strong>Surpreendente!</strong></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Mapa Fantasma: A História da Mais Terrível Epidemia de Londres – E Como Isso Mudou a Ciência, as Cidades e o Mundo Moderno (2006)</title>
		<link>http://aulaaberta.comdigital.info/o-mapa-fantasma-a-historia-da-mais-terrivel-epidemia-de-londres-%e2%80%93-e-como-isso-mudou-a-ciencia-as-cidades-e-o-mundo-moderno-2006/</link>
		<comments>http://aulaaberta.comdigital.info/o-mapa-fantasma-a-historia-da-mais-terrivel-epidemia-de-londres-%e2%80%93-e-como-isso-mudou-a-ciencia-as-cidades-e-o-mundo-moderno-2006/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 03:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aulaaberta.comdigital.info/?p=153</guid>
		<description><![CDATA[Londres, 28 de agosto de 1854. Era verão, a cidade tinha um mau cheiro insuportável, resultado do amontoado recente e desorganizado de mais de dois milhões de seres humanos e seus dejetos.
Em um bairro pobre da nova metrópole, Sarah Lewis aproveitou que o seu bebê de seis meses dormira, depois de horas de choro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-154" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="omapafantasma" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/omapafantasma.jpg" alt="" width="123" height="180" align="left" />Londres, 28 de agosto de 1854. Era verão, a cidade tinha um mau cheiro insuportável, resultado do amontoado recente e desorganizado de mais de dois milhões de seres humanos e seus dejetos.</p>
<p>Em um bairro pobre da nova metrópole, Sarah Lewis aproveitou que o seu bebê de seis meses dormira, depois de horas de choro e diarréia, para colocar de molho os panos usados pela criança doente. Após a limpeza, despejou a água em uma fossa em frente a sua casa.</p>
<p>Ela mal podia imaginar, mas começava aí uma das grandes chagas da história da cidade. Na forma de um thriller científico, &#8216;O mapa fantasma narra a história&#8217; da luta de dois homens contra a cólera.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=5068338&amp;sid=9941071451096454587933632&amp;k5=1D6B509E&amp;uid=" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a></p>
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		<title>Surpreendente!: A Televisão e o Videogame nos Tornam mais Inteligentes (2005)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 03:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, a indústria de videogames, que fatura US$10 bilhões, é o segundo maior segmento do setor de entretenimento nos Estados Unidos superando os filmes e ultrapassando os livros.
Os reality shows da televisão que exibem aspirantes siliconados a CEOs e lixos que acabam com a nossa adrenalina proliferam na televisão e influem nos índices de audiência. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-150" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="surpreendente" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/surpreendente.jpg" alt="" width="127" height="180" align="left" />Atualmente, a indústria de videogames, que fatura US$10 bilhões, é o segundo maior segmento do setor de entretenimento nos Estados Unidos superando os filmes e ultrapassando os livros.</p>
<p>Os reality shows da televisão que exibem aspirantes siliconados a CEOs e lixos que acabam com a nossa adrenalina proliferam na televisão e influem nos índices de audiência. Mas o crítico social e cultural Steven Johnson defende que nossa cultura popular jamais esteve tão inteligente.</p>
<p>Tomando como base campos tão variados como a neurociência, a economia e a teoria da mídia, Johnson mostra que a cultura inútil que estamos tão ansiosos em banir de nossas vidas está, na realidade, nos tornando mais talentosos.</p>
<p>Um videogame jamais será um livro, Johnson admite, nem teria tal pretensão? E, de fato, os videogames têm demonstrado aumentar o grau do QI e desenvolver as habilidades cognitivas que não podem ser aprendidas por intermédio de livros.</p>
<p>Da mesma maneira, quando analisada com atenção e levada a sério, a televisão bem-sucedida? Os shows de sucesso de todos os gêneros: Os Simpsons, 24 Horas, O Aprendiz? Exibem uma sofisticação surpreendente de narrativa e de exigências intelectuais.</p>
<p>Johnson chama essa tendência ascendente de Curva do Dorminhoco, após a clássica cena do filme-sátira de ficção científica de Woody Allen, no qual uma equipe de cientistas do ano de 2173 fica estupefata diante do fato de a sociedade do século XX ter deixado de apreender os méritos nutricionais das tortas de creme e da calda de chocolate quente.</p>
<p>Em Surpreendente!, Johnson argumenta que a Curva do Dorminhoco é atualmente a mais importante nova força que altera o desenvolvimento mental dos jovens, potencializando suas faculdades cognitivas em vez de embotá-las.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1060579&amp;ST=SR" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.submarino.com.br/" target="_blank">Submarino</a></p>
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		<title>Tudo o que é Mau Faz Bem: Como a cultura popular de hoje é realmente tornar-nos mais inteligentes (2005)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 02:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Os vídeo-games, ao obrigarem-nos a tomar decisões cada vez mais complexas, e em frações de segundo, acabam nos tornando cada vez mais inteligentes. Na televisão, séries como Os Sopranos ou Seinfeld, são capazes de exercitar as nossas capacidades intelectuais.
Tudo o Que É Mau Faz Bem procura convencer-nos de que nos últimos trinta anos a cultura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-147" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="tudooqueemaufazbem" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/tudooqueemaufazbem.jpg" alt="" width="130" height="176" align="left" />Os vídeo-games, ao obrigarem-nos a tomar decisões cada vez mais complexas, e em frações de segundo, acabam nos tornando cada vez mais inteligentes. Na televisão, séries como Os Sopranos ou Seinfeld, são capazes de exercitar as nossas capacidades intelectuais.</p>
<p>Tudo o Que É Mau Faz Bem procura convencer-nos de que nos últimos trinta anos a cultura popular tornou-se mais complexa e estimulante para o intelecto.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1444693&amp;sid=9941071451096454587933632&amp;k5=18910C6F&amp;uid=" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
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		<title>De Cabeça Aberta: Seu cérebro e as Neurociências da vida Cotidiana (2004)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 02:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Em &#8216;De cabeça aberta&#8217;, Johnson experimenta os conhecimentos em si próprio. Ele participa de uma bateria de testes de atenção, aprende a controlar um videogame alterando suas ondas cerebrais e submete seu cérebro a um exame de ressonância magnética funcional.
Tudo em busca de uma resposta para uma das questões mais antigas da humanidade - quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-143" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="decabecaaberta" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/decabecaaberta.jpg" alt="" width="125" height="180" align="left" />Em &#8216;De cabeça aberta&#8217;, Johnson experimenta os conhecimentos em si próprio. Ele participa de uma bateria de testes de atenção, aprende a controlar um videogame alterando suas ondas cerebrais e submete seu cérebro a um exame de ressonância magnética funcional.</p>
<p>Tudo em busca de uma resposta para uma das questões mais antigas da humanidade - quem sou eu?</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21319847&amp;ST=SR#javascript;" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a></p>
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		<title>A Cultura da Interface: como novas tecnologias transformam a nossa forma de criar e comunicar (1997)</title>
		<link>http://aulaaberta.comdigital.info/a-cultura-da-interface-como-novas-tecnologias-transformam-a-nossa-forma-de-criar-e-comunicar-1997/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 02:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Johnson, uma das pessoas mais influentes na Internet segundo a revista &#8216;Newsweek&#8217;, supera a tradicional divisão entre cultura e tecnologia ao retomar o cruzamento histórico desta com a arte.
Além disso, mostra como a interface do ciberespaço influencia a vida moderna e reflete suas principais características. Inovando, Johnson compara o papel do design tecnológico ao dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-126 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="aculturadainterface" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/aculturadainterface.jpg" alt="" width="130" height="180" align="left" />Johnson, uma das pessoas mais influentes na Internet segundo a revista &#8216;Newsweek&#8217;, supera a tradicional divisão entre cultura e tecnologia ao retomar o cruzamento histórico desta com a arte.</p>
<p>Além disso, mostra como a interface do ciberespaço influencia a vida moderna e reflete suas principais características. Inovando, Johnson compara o papel do design tecnológico ao dos romances do século XIX - tornar as mudanças da sociedade compreensíveis para quem as vive.</p>
<p>A nova linguagem visual é apenas uma maneira de tornar mais acessível a complexa rede de informações ao nosso alcance. Em estilo claro e original, este livro confere nova profundidade à discussão vital sobre como a tecnologia transformou a sociedade.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3051066&amp;sid=9941071451096454587933632&amp;k5=1D6B509E&amp;uid=" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a></p>
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		<title>Emergência: As Vidas Conectadas de Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares (2001)</title>
		<link>http://aulaaberta.comdigital.info/emergencia-as-vidas-conectadas-de-formigas-cerebros-cidades-e-softwares-2001/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 02:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[johnson2008obras]]></category>

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		<description><![CDATA[O que têm em comum um formigueiro, o cérebro humano, as cidades e os modernos softwares?
Todos são exemplos de sistemas auto-organizados que privilegiam as seqüências, em detrimento da lógica e nos quais se dispensa a presença de um controle centralizado para haver ação.
Surgem de um nível de elementos relativamente simples em direção a formas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-137" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="emergencia" src="http://aulaaberta.comdigital.info/wp-content/uploads/2008/09/emergencia.jpg" alt="" width="125" height="180" align="left" />O que têm em comum um formigueiro, o cérebro humano, as cidades e os modernos softwares?</p>
<p>Todos são exemplos de sistemas auto-organizados que privilegiam as seqüências, em detrimento da lógica e nos quais se dispensa a presença de um controle centralizado para haver ação.</p>
<p>Surgem de um nível de elementos relativamente simples em direção a formas de comportamento mais sofisticadas e por isso são chamados sistemas emergentes.</p>
<p>Por meio de uma breve história de tais sistemas, Steven Johnson analisa pioneiros e pensadores que contribuíram para a construção dessa teoria, seja no terreno da biologia, da biofísica, do urbanismo ou do design de softwares.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=718681&amp;sid=9941071451096454587933632&amp;k5=1D6B509E&amp;uid=" target="_blank">Você pode comprar essa obra aqui.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a></p>
]]></content:encoded>
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