Ensaio em que nós, brasileiros, aparecemos como esperança de uma civilização transcultural, possivelmente livre dos mitos da raça e da nação.
A tese não se confunde com ufanismo, pois passa pela assunção de nossas mazelas. Sem falar que é defendida por alguém capacitado para nos colocar em perspectiva: um filósofo europeu que viveu mais de trinta anos entre nós, produzindo uma obra densa – imune a manifestações reificadas do pensamento – e de crescente popularidade em todo o mundo.
Fonte: EdUerj
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